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terça-feira, 11 de outubro de 2011

a importancia de ler II



Não apenas os professores percebem a falta da leitura nas salas de aula, pelo teor e capacidade de resposta e deduções das questões propostas. Mas, em concursos públicos – do ENEN, Vestibular, ou concursos a Órgãos Públicos – nota-se a falta de ideias, de noções básicas e conceituais, de propostas e argumentação.
Todo este cabedal de conhecimento depende de leitura,e leitura constante. Da ortografia à regência de um verbo é mais a leitura que o estudo decorado da gramática infunde no indivíduo a forma correta.
Há uma linha de linguistas que, em nome de uma ideologia chamada de inclusão, vem aceitando o erro gramatical e a pobreza de argumentação dissertativa, como uma forma cultura legítima do povo que não debe ser podada, censurada. Inclusão seria levar este indivíduo a uma capacidade real de leitura com dedução e reflexão adequados. É o mesmo que dizer que uma árvore é melhor, mais bonita e mais forte se ficar no seu estado natural quando todos sabemos que a atuação do homem na Natureza, com sabedoria, só vem a desenvolver mais a Natureza seja ela agrícola ou não, a fortalecer os elementos, os tipos além de cultivá-los melhor.
A criança necessita de uma quantidade considerável de informação de qualidade e direcionada. Não é o que acontece no dia a dia da maioria de nossas crianças. As poucas horas na escola (cerca de 4 horas apenas) com atividades , muitas vezes dispersas e desconexas, segue-se o videogame, a TV , os joguinhos de celulares e outros componentes eletrônicos, ainda dentro do ambiente escolar, valorizando uma absorção de imagens sem reflexão. Nem as revistinhas chamadas gibis são cultivas hoje. O cérebro recebe uma enxurrada de informações em forma de imagens, onde fica impossível qualquer seleção ou atividade crítica. Além disso, as imagens são dadas como flashs, cansando o nervo óptico o que leva a um cansaço para ler, uma cansaço para qualquer atividade que não seja a mesma, inclusive um cansaço para discernir.
Mensagens subliminares seguem com as imagens que são passadas a cortes de milésimos de segundo. Então: como resgatar o hábito saudável de leitura?


É verdade que os países europeus, os EUA e o Canadá, e os asiáticos o índice de leitura é quase 100% maior. Isto resulta, com certeza numa diferença substancial da formação de um jovem, de um universitário e posteriormente, de um adulto recém formado que sabe articular, entender e defender suas próprias ideias, além de possuir um discurso próprio que não necessite do “copy and paste” agora tão famoso nas escolas secundaristas e universidades brasileiras.
Só existe uma solução: investir mais no livro, por parte da família, das escolas, dos professores. Se houvesse uma propaganda em massa sobre o hábito da leitura, se fosse cobrado como ditam a moda, é claro que a leitura seria a principal atividade humana. Os livreiros, grandes ou pequenos, estão aí só para ajudar a fomentar este hábito saudável e essencial.



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